18.11.10

Alexandre Cruz "Sesper" < Exhibiton ADICTO at Cartel011 > São Paulo




ALEXANDRE ‘SESPER’ CRUZ EXIBE MOSTRA ADICTO NO CARTEL011

Mostra individual inédita reúne colagens e, pela primeira vez, serigrafias do artista que retratam vícios como drogas, sexo, gula, medicamentos, violência e fama

Alexandre “Sesper” Cruz produz, pela primeira vez, serigrafias que estarão na exposição “Adicto” do Cartel011. A colagem de papéis e de objetos sobre madeira com resina é o suporte utilizados por Sesper para trabalhar com papel, papelão, madeira, tinta acrilica e látex. Os resultados são várias camadas de textura e cores em suas obras. A mostra individual ocorre entre 24 de novembro e 10 de dezembro.

Integrante da Famiglia Baglione, Sesper acabou de participar da mostra coletiva Transfer no Pavilhão das Culturas Brasileiras (São Paulo), na coletiva Lifeline da Carmachel Gallery (EUA) e passou por São Paulo, Los Angeles (EUA) e São Francisco (EUA) com a mostra Re:Board entre 2009 e 2010. Ele também já expôs na Europa e Havaí.

Sesper explora em “Adicto” as mais diversas manifestações de dependência nas drogas, consumo de bens materiais, sexo, medicamentos, gula, violência, narcisismo, fama, religião e auto-ajuda. “O conceito é apresentar o adicto nas mais diversas variações do tema e como lidamos com o nosso subconsciente na eterna fuga de todos os vícios diários que fazem a nossa existência ter algum prazer material, físico ou instantâneo”, reflete o artista.




Adicto é a segunda exposição de uma série que o Cartel011 realizará em parceria com a Famiglia Baglione.


Alexandre “Sesper” Cruz - Adicto
Abertura: 23 de novembro, às 19h
Data: 24 de novembro a 10 de dezembro
Horário: segunda-feira a sábado, das 11h às 20h
Local: Cartel 011 - Rua Artur de Azevedo, 517, Pinheiros
Telefone: (11) 3081-4171
Entrada Gratuita
Censura Livre

Flip's Mural .... Vila Madalena




14.11.10

Flip's Sculpture

The artist has the condition of making choice which are determining in the course of his or her artistic path. They may choose the way of the formula which generally pleases more easily or move on researching ways to work different styles and supports that may potencialize the concept of their work.
Not to mention the fact of taking part of a historic exhibit such as the Graffiti Bienal which took place this year at MUBE (Brazilian Museum of Sculpture), the artist Flip got out of the traditional painting on canvas, wood and wall ever so present on his work. He developed a sculpture making justiceto his erotic and camouflage references.


O artista tem a condição de fazer escolhas que são determinantes no decorrer de sua trajetória artística. Ele pode escolher o caminho da fórmula e que geralmente agrada com mais facilidade ou caminhar estudando maneiras de trabalhar estilos e suportes que venham a potencializar o discurso sobre seu trabalho.
Descontando a idéia de participar de uma exposição histórica que foi a Bienal do Graffiti que ocorreu este ano no MUBE (Museu Brasileiro da Escultura) , o artista Flip saiu da tradicional pintura sobre tela , sobre madeira e sobre parede tão presentes em seu trabalho e desenvolveu uma escultura que faz juz a suas referências eróticas e de camuflagem.



21.10.10

Thais Beltrame ou a arte de fazer aquilo que tem vocação




Thais Beltrame ou a arte de fazer aquilo que tem vocação

..... porque o exercício de desenhar pode ser comum a todos , mas a sabedoria de transformar traço em emoção e assim dialogar com um numero expressivo de pessoas sem julgamento .... definitivamente é para poucos

Thais Beltrame or the art of following one's vocation

... because the exercise of drawing might be common to everyone, but the knowledge to turn traces into emotion thus speaking to an expressive number of people free of judgement... definitely for few.


Fotos : Luis Eduardo Abreu

Thais Beltrame .... Pintura em Ovo de Avestruz





News Of Felipe Yung "Flip"





News of Alexandre Cruz "Sesper"






Vídeo Street Biennale + Matéria TV Gazeta SP ...... Imagens dos Painéis de Herbert Baglione e dos Demais Artistas que Fazem Parte do Projeto





Curadoria de Jeremy Planchon


As praças, ruas e avenidas do centro de São Paulo vão se transformar em corredores de uma galeria de arte a céu aberto. Entre os dias 22 de setembro e 22 de outubro, a primeira edição da ‘Street Biennale’ transformará as fachadas dos edifícios em telas em branco para que sete artistas exponham 14 obras inéditas. Idealizada pelo curador francês Jeremy Planchon, a mostra espalha pelas avenidas São João e Rio Branco, entre outros dos mais movimentados pontos da capital, como a Praça Julio Prestes, trabalhos criados especificamente para o evento. São obras de grandes dimensões assinadas por artistas renomados internacionalmente, como a chinesa Ko Siu Lan, os franceses Mohamed Bourouissa e MAMBO, além dos brasileiros Herbert Baglione, Vicente de Mello, Fabiano Gonper e Paulo Climachauska.

“Faremos do centro de São Paulo um espaço de arte ao ar livre”, explica Planchon. “A idéia é fazer com que a arte saia dos museus e galerias, dos espaços fechados e convencionais, para ocupar lugares atípicos e atingir um público mais amplo e variado. Pretendemos que esta seja a primeira de uma série de mostras com nível internacional.

A ‘Street Biennale’ - cuja montagem, a partir do dia 12 de setembro, terá o seu passo-a-passo registrado no site www.streetbiennale.com - vai transformar a cidade num ambiente interativo, com um percurso aberto onde a população vai poder circular e apreciar obras de arte. Como o nome indica, o evento vai tomar conta de São Paulo a cada dois anos, invadindo o espaço urbano com trabalhos fotográficos, pinturas, desenhos, colagens, instalações, entre outras vertentes da arte de rua. Planchon define a arte urbana como um dos mais importantes e dinâmicos valores culturais do mundo atual. E trata a mostra como uma possibilidade de ampliar seu significado.

“A ‘Street Biennale’ foi criada para dialogar com pessoas que não têm o hábito de frequentar galerias e com artistas que não têm o costume de criar nas ruas. Propomos um diálogo entre o artista e o público, e entre a cidade e ambos. A ambição da mostra é expor ao olhar de todos a criação de hoje na sua diversidade ideológica formal, mas com total liberdade. O espectador se torna ator sem ser arrancado do seu cotidiano”, argumenta Planchon.

Um dos critérios adotados por Planchon foi encontrar um mix de nomes que explorasse diferentes vertentes artísticas. Misturar fotografia, pinturas, instalações, entre outras formas de arte de rua, é o maior objetivo da ‘Street Biennale’.

“Pesquisamos trabalhos com características bastante particulares e específicas. Já conhecia o trabalho de alguns, mas o que me interessava era encontrar artistas que nunca haviam criado dentro do espaço urbano”.

O curador, que no ano passado realizou uma mostra semelhante na orla do Rio de Janeiro, acredita que São Paulo é “uma das cidades mais cosmopolitas do mundo, além de um espaço ideal para a intervenção urbana”. Além de criar e apontar tendências de moda, arquitetura, comportamento e arte no país, a capital também absorve, reflete e multiplica os principais movimentos internacionais.

“Temos orgulho de apresentar em São Paulo um projeto de arte internacional, que leva às ruas as mais variadas e contemporâneas manifestações de arte, exatamente como vêm ocorrendo em outras grandes capitais como Tóquio, Paris e Nova York”, analisa. “São Paulo é onde acontecem os maiores eventos da América Latina, além de ter uma grande quantidade de prédios disponíveis para executar as obras. A ‘Street Biennale’ nos dá a possibilidade de desenvolver um diálogo completamente diferente do publicitário, uma troca artística, criativa e poética”.