The artist has the condition of making choice which are determining in the course of his or her artistic path. They may choose the way of the formula which generally pleases more easily or move on researching ways to work different styles and supports that may potencialize the concept of their work. Not to mention the fact of taking part of a historic exhibit such as the Graffiti Bienal which took place this year at MUBE (Brazilian Museum of Sculpture), the artist Flip got out of the traditional painting on canvas, wood and wall ever so present on his work. He developed a sculpture making justiceto his erotic and camouflage references.
O artista tem a condição de fazer escolhas que são determinantes no decorrer de sua trajetória artística. Ele pode escolher o caminho da fórmula e que geralmente agrada com mais facilidade ou caminhar estudando maneiras de trabalhar estilos e suportes que venham a potencializar o discurso sobre seu trabalho. Descontando a idéia de participar de uma exposição histórica que foi a Bienal do Graffiti que ocorreu este ano no MUBE (Museu Brasileiro da Escultura) , o artista Flip saiu da tradicional pintura sobre tela , sobre madeira e sobre parede tão presentes em seu trabalho e desenvolveu uma escultura que faz juz a suas referências eróticas e de camuflagem.
Thais Beltrame ou a arte de fazer aquilo que tem vocação
..... porque o exercício de desenhar pode ser comum a todos , mas a sabedoria de transformar traço em emoção e assim dialogar com um numero expressivo de pessoas sem julgamento .... definitivamente é para poucos
Thais Beltrame or the art of following one's vocation
... because the exercise of drawing might be common to everyone, but the knowledge to turn traces into emotion thus speaking to an expressive number of people free of judgement... definitely for few.
As praças, ruas e avenidas do centro de São Paulo vão se transformar em corredores de uma galeria de arte a céu aberto. Entre os dias 22 de setembro e 22 de outubro, a primeira edição da ‘Street Biennale’ transformará as fachadas dos edifícios em telas em branco para que sete artistas exponham 14 obras inéditas. Idealizada pelo curador francês Jeremy Planchon, a mostra espalha pelas avenidas São João e Rio Branco, entre outros dos mais movimentados pontos da capital, como a Praça Julio Prestes, trabalhos criados especificamente para o evento. São obras de grandes dimensões assinadas por artistas renomados internacionalmente, como a chinesa Ko Siu Lan, os franceses Mohamed Bourouissa e MAMBO, além dos brasileiros Herbert Baglione, Vicente de Mello, Fabiano Gonper e Paulo Climachauska.
“Faremos do centro de São Paulo um espaço de arte ao ar livre”, explica Planchon. “A idéia é fazer com que a arte saia dos museus e galerias, dos espaços fechados e convencionais, para ocupar lugares atípicos e atingir um público mais amplo e variado. Pretendemos que esta seja a primeira de uma série de mostras com nível internacional.
A ‘Street Biennale’ - cuja montagem, a partir do dia 12 de setembro, terá o seu passo-a-passo registrado no site www.streetbiennale.com - vai transformar a cidade num ambiente interativo, com um percurso aberto onde a população vai poder circular e apreciar obras de arte. Como o nome indica, o evento vai tomar conta de São Paulo a cada dois anos, invadindo o espaço urbano com trabalhos fotográficos, pinturas, desenhos, colagens, instalações, entre outras vertentes da arte de rua. Planchon define a arte urbana como um dos mais importantes e dinâmicos valores culturais do mundo atual. E trata a mostra como uma possibilidade de ampliar seu significado.
“A ‘Street Biennale’ foi criada para dialogar com pessoas que não têm o hábito de frequentar galerias e com artistas que não têm o costume de criar nas ruas. Propomos um diálogo entre o artista e o público, e entre a cidade e ambos. A ambição da mostra é expor ao olhar de todos a criação de hoje na sua diversidade ideológica formal, mas com total liberdade. O espectador se torna ator sem ser arrancado do seu cotidiano”, argumenta Planchon.
Um dos critérios adotados por Planchon foi encontrar um mix de nomes que explorasse diferentes vertentes artísticas. Misturar fotografia, pinturas, instalações, entre outras formas de arte de rua, é o maior objetivo da ‘Street Biennale’.
“Pesquisamos trabalhos com características bastante particulares e específicas. Já conhecia o trabalho de alguns, mas o que me interessava era encontrar artistas que nunca haviam criado dentro do espaço urbano”.
O curador, que no ano passado realizou uma mostra semelhante na orla do Rio de Janeiro, acredita que São Paulo é “uma das cidades mais cosmopolitas do mundo, além de um espaço ideal para a intervenção urbana”. Além de criar e apontar tendências de moda, arquitetura, comportamento e arte no país, a capital também absorve, reflete e multiplica os principais movimentos internacionais.
“Temos orgulho de apresentar em São Paulo um projeto de arte internacional, que leva às ruas as mais variadas e contemporâneas manifestações de arte, exatamente como vêm ocorrendo em outras grandes capitais como Tóquio, Paris e Nova York”, analisa. “São Paulo é onde acontecem os maiores eventos da América Latina, além de ter uma grande quantidade de prédios disponíveis para executar as obras. A ‘Street Biennale’ nos dá a possibilidade de desenvolver um diálogo completamente diferente do publicitário, uma troca artística, criativa e poética”.
Hailing from São Paulo, Brazil, acclaimed fine artist Baglione is highly respected and recognized within the industry as well as throughout South America and Europe. He is known for his strong minimalist and simplistic approach to painting. According to Baglione, the basis of his work is addressing the coldness and competiveness present in people. He likes to be ironic about things such as individuality and death, and the paths chosen to either achieve these experiences or distance oneself from it. One of his main inspirations for his artwork is Brazilian street culture. He analyzes the relationship between man and mega-cities of the modern world, in which he portrays a vision of urban chaos. Baglione also has a variety of mural designs depicting stretched figures that represent human and alien life forms. Within these wall paintings he plays with the concepts of elongated and oblong shapes accompanied with iconic symbols from familiar urban architecture.
Para os artistas da Famiglia Baglione desenvolver trabalhos e ou ferramentas que possibilitem um melhor diálogo com seus parceiros e fãns é um grande prazer.
O artista multi mídia Sesper desenvolveu um aplicatico com auxílio de Sérgio Lopes (DJ Slop) para utilização em IPhone e IPad , dois equipamentos que já são parte da história tecnológica.
Se você possui esses equipamentos baixe em ITUNES SESPER totalmente grátis.
O blog da revista americana (JUXTAPOX) mais importante em arte e cultura urbana escreveu :
Sesper (Juxtapoz #102) is one of those guys that was born to create. He’s in one of Brazil’s most beloved bands, has been highly influential on the street art scene for years, and in a major collaborative player in the entire Sao Paulo creative scene.
The artist just released his own app, so all his international fans can interact with him and his work whenever they choose.
This is an exciting release as it marks a new generation of individual artists entering the global tech scene, tightening the gap between the international creative community. Just 20 years ago, Brazil was virtually cut off from influence and sponsorships from abroad, and now it boasts one of the hottest scenes on the planet for fresh work.
50 ANOS DE SANRIO Espaço Iguatemi(av. Brig. Faria Lima, 2.232, São Paulo) Seg. a sex., das 12h às 21h; sáb., das 10h às 22h; dom., das 14h às 22h Grátis
Flip é um artista paulista que utiliza também a cultura pop e oriental como base de seu trabalho.
The participating artists of the exhibition "No Title and No Label" belong to a new generation who is able to establish a dialogue with distinct audiences in different parts of the world utilizing mediums such as painting, installation, drawing and video art. Making use of references ranging from pop culture to both chaos and conspiracy theories, from punk rock to the study of oriental caligraphies and masters of painting. What connects these four artists, besides their approximate ages, is that they all have consumed practically the same references, belong to a moment which has been potencialized by the information era, as well as the need to express their talents without the assistance of educators from the art academies. However, the impression of unity ends there, once each artist establishes very particular styles and techniques on their artwork.
Os artistas da exposição “Sem Titulo e Sem Rótulo” pertencem a uma nova geração que consegue estabelecer um diálogo com diferentes públicos em diferentes pontos do mundo, utilizando as linguagens da pintura, da instalação, do desenho e da vídeo-arte. Suas referências vão da cultura pop às teorias do caos e da conspiração, do punk rock ao estudo das caligrafias orientais e grandes mestres da pintura. O que conecta esses quatro artistas, além de terem a mesma faixa etária, é que todos consomem praticamente as mesmas referências, fazem parte de um momento potencializado da era da informação, além de todos terem a necessidade de expressar seu talento sem o auxílio de docentes de academias de arte. Contudo, o sentido de unidade acaba ai, pois, cada um, estabelece estilos e técnicas bastante particulares em seus trabalhos.